Pesquisa: Educação Sexual no Japão

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Cerca de 40% dos adolescentes entre 17 e 19 anos acham que a educação sexual na escola é inútil, mostrou uma pesquisa on-line do instituto Nippon Foundation.
 
23.3% do entrevistados já haviam tido alguma experiência sexual; 17 anos é a idade mais comum para ter a primeira experiência.
 
Um em cada quatro entrevistados disse que fizeram sexo e três em cada quatro disseram estar preocupados com doenças sexualmente transmissíveis.
 
Quase 90% acham que a contracepção é necessária, de acordo com a pesquisa.
 
Na pesquisa realizada em outubro de 2018 com 800 jovens em todo o país, 59,1% disseram que a educação sexual na escola era útil e o restante disse que não ajudava.
 
Uma entrevistada disse que as escolas deveriam explicar mais sobre a importância da contracepção, enquanto um aluno disse que os perigos das doenças sexualmente transmissíveis deveriam receber mais ênfase.
 
 
O questionário indicou que os alunos estavam insatisfeitos com a falta de detalhes ensinados, com uma aluna dizendo que muitos professores eram vagos em suas expressões quando ensinavam sobre sexo.
 
Em um questionário de múltipla escolha, sobre onde eles receberam orientação sexual a resposta foi: 55,8% citaram sites, seguidos por amigos com 50,2%.
 
Do total, 66,7% se masturbam e 74,8 % deles usam smartphones para acessar conteúdo explícito .
 
Já 8,8% simplesmente gostam de fantasiar que estão fazendo sexo.
 
Desde setembro, a Fundação Nippon vem realizando pesquisas com adolescentes para buscar opiniões sobre temas relacionados a responsabilidade quando se tornarem adultos.
 
 
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A idade adulta no Japão será reduzida de 20 para 18 anos em abril de 2022, após uma revisão do Código Civil.
A idade mínima para votar foi reduzida para 18 anos depois que uma lei eleitoral revisada entrou em vigor em junho de 2016.
Postagem publicada na Página SOS Mamães em 27/12/2018
Fonte: Fundação Nippon
Edição e revisão: Editor

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